quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Para ler e dormir

Sleepless é um projeto criado com a colaboração do The Great Eastern Hotel e da Royal College of Art's (Londres). Instalações e objetos 'inusitados' transformam o hotel em algo mais que um lugar para passar a noite. Uma parte deste projeto é o Bedtimes Stories, que inclui o cobertor que conta uma história para dormir, criado por Tiago da Fonseca. Cada página segue uma linha para deixar o 'leitor' mais confortável para o sono.
ver mais sobre projeto aqui

Shanghai 2020




A maior maquete do mundo!

via designyoutrust

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Forget the film, Watch the titles

Um site com a intenção de selecionar/colecionar as melhores seqüências de introdução de filmes em diversos aspectos. Reúne inícios de animações, curtas, longas.. bons, desconhecidos, nada a ver, blockbusters etc. divididos em animation, motion graphics, mixed midia e 3d. Todos para serem assistidos.

No hair is better

Soap - EURO RSCG, Spain para Veet

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Häagen-Dazs e o Hype

Vou confessar um negócio: Nunca comi Häagen-Dazs. Já passei algumas vezes pela Oscar Freire e olhei aquela típica cena Oscar Freire de pessoas com muito dinheiro tomando sorvetes Häagen-Dazs mas infelizmente a vida ($) nunca permitiu que eu desfrutasse desse tipo de prazer (afinal, meu nome não é @vitorfasano)
Enfim, mudando o rumo do post porque isso aqui já tá ficando muito pessoal.
Adorei o line-up do Häagen-Dazs Mix Music. Sabe, gente como o A-Trak e a Uffie vindo para cá reforçam as minhas esperanças e me fazem acreditar que sim, é possível ver coisas legais no Brasil quando elas ainda são legais na gringa. Ou quem vocês acham que os organizadores do Tim Festival querem convencer trazendo o Klaxons ou The Gossip em pleno 2008? Erraram o ano, Tim, não estamos mais em 2006. Festivais brasileiros deveriam se inspirar no Häagen-Dazs e acreditarem no hype também.
Informações retiradas na Ilustrada no Pop:
Quem? Uffie - Feadz - A-Trak - DJ set de dois integrantes do VHS or Beta - Database - Diogo Accioly - Laico.
Onde? Vila dos Ipês (av. Mofarrej, 1.505; Vila Leopoldina)
Quando? 1º de novembro (conhecido também como o Dia-de-todos-os-santos)
Quanto? No primeiro lote, R$80 para as moças e R$100 para os rapazes.
E é Open-bar galera, incluindo os sorvetes.
Obs: open bar é hype.

Muse em São Paulo.


De um jeito curto e grosso: Muse foi foda, quem não foi, perdeu.

Agora a versão longa do show de ontem, no HSBC, aqui em São Paulo.

Que o Muse é uma das melhoras bandas em atuação e que seus shows costumam ser super bem elogiados, isso todo mundo já sabe. Na teoria é simples: Muse manda bem. Ontem eu vivenciei a versão na prática.

Com um começo fudido, Knights of Cydonia já previa que muita coisa boa estava por vir, e não me decepcionei. Vou fazer uma comparação que provavelmente vai ficar confusa e ninguém vai entender: Se Muse fosse um filme, seria um daqueles com várias histórias paralelas, vários começos, meios e fins que no final se completariam e formariam uma coisa só. Ao invés de um momento ápice, houveram vários. O som surgia aos poucos, de forma discreta, ia criando forma, ficando cada vez mais forte até explodir e logo em seguida recomeçar.

A noite de ontem também me reservou uma boa supresa. Supermassive Black Hole até então era a típica música que eu achava legal mas nunca botava no repeat. Não mais. Ela funciona muito bem ao vivo. Provavelmente o momento mais dançante do show.

Não esquecendo, é claro, das que eu estava mais na pilha para ver: Time is running out, Stockholm Syndrome, Feeling Good. 31 de julho entrou direto para a lista dos grandes acontecimentos do meu ano e do ano de quem é esperto e sabe quem faz música boa. Muse manda bem, de qualquer jeito.